This post will be in portuguese, cause this is a Brazil matter topic.
Resolvi colocar o que penso sobre o caso Isabela, com os devidos links pra reforçar cada afirmação.
O filme que vejo quando penso nesse caso;
Eles chegaram e estacionaram, a madastra disse pra ele pegar as compras que ela subiria com os meninos. Mas o pai percebe que Isabela estava dormindo e diz que ele a levaria primeiro.
- Ela tá dormindo. Deixa que eu levo ela e já volto pra ajudar a levar as compras.
- Se vai me deixar aqui sozinha? Acorda ela que ela vai sozinha com o irmão. E vc leva as compras e subimos junto.
- É rapido, já volto.
- É sempre assim quando o assunto é a Isabela vc nunca me ouve.
- Não começa, ela é minha filha... espera ae que já volto.
O pai subiu com a menina. A madastra descontente, desce do carro pega as compras o bebê e sobe, cerca de 5 minutos depois do pai, reclamando. A madastra tinha muito ciume da relação da ex(mãe) e a menina. Dizem ainda que ela teria engravidado por sentir que estava sendo dividida na relação. [
Fonte pra essas conclusões]
"coincidentemente nos fins de semana, quando Isabella estava com o casal. E que, nas brigas, pouco se ouvia a voz de Alexandre. Era Anna Carolina que sempre estava muito alterada, gritava e dizia palavrões ao marido".
O pai já havia colocado a menina no quarto e saia do apartamento para encontrar com a madastra e a encontrou saindo pelo elevador.
- Eu falei pra vc me esperar
- Esperar o caralho, seu merda, to com duas crianças cheia de compras e tenho que esperar você com sua princesinha
(estão andando e discutindo se aproximando do apartamento onde residem.)
Entram no apartamento ainda discutindo, madastra poe o menino que carregava no sofa enquanto o outro ficou ao lado deste. Ela levava as compras para cozinha enquanto discutia com o marido.
Isabela acordou com a discussão. Ficou assustada.
A madastra e o pai estavam na sala discutindo com a porta ainda meia aberta. Foi quando o pai resolveu partir pra cima da madastra não aturando mais suas grosserias.
Nesse prédio, narrou a síndica, o casal era conhecido por suas brigas, e moradores reclamavam disso. A síndica afirmou, ainda, que as brigas levaram a lesões em Anna Jatobá, apesar de não ter presenciado a ação.
Para a síndica, Anna Jatobá e Nardoni "era um casal totalmente descontrolado", segundo o depoimento.[fonte]
Qualquer criança, quando presencia uma briga fica assustada, e quando viu o pai partir pra cima da madastra Isabela corre chamando por ele.
- Papai papai!
A moradora diz que o grito era alto e dava a impressão de ser um grito de chamado pelo pai, como se ele não estivesse ao lado da criança. Era um grito confiante, no sentido de saber que o pai iria ouvi-la e atendê-la. [Fonte]
- Papai! - diz Isabela puxando a perna do pai- Para, para para!
O pai irritado sem perceber a filha, dá um esbarrão nela. Que cai e se fere na testa, onde sangrou muito e ela desmaia. A briga cede. O pai apavorado vendo a menina caida desfalecida no chão do hall de entrada, fica sem saber o que fazer. A madastra vai verificar e diz que a menina está morta. O pai fica apavorado diz para chamar ajuda, mas a madastra diz que ninguém vai acreditar que foi um acidente, diz que ele seria preso e fala sobre os outros meninos. O pai então leva os dois meninos para o quarto de Isabella. Lá ele pega o celular e liga pra irmã.
Na primeira perícia foi encontrado sangue no apartamento. Não se sabe de quem é, mas é certo que havia pingos em vários pontos: no chão do hall de entrada, em frente à porta da cozinha e no corredor que dá acesso aos três quartos. Os peritos observaram que, pelo tipo de mancha, a vítima estava a cerca de um metro do chão. [Fonte]
Enquanto isso sozinha com a menina, a madastra percebe que a menina ainda vive. Então tenta estrangular a menina, querendo acabar de vez com o ponto de discordia da sua vida. Mas não consegue apertar o suficiente pra matar, não teve força suficiente pra fazer e até porque o marido retornou pra sala em seguida, muito mais apavorado após falar com a irmã. O pai diz que tinham que dizer que foi um acidente, e a madastra então dá a idéia de queda acidental.
O laudo necroscópico vai traçar o caminho da violência sofrida por Isabella: primeiro, a menina teve um ferimento na testa. Os legistas constataram que, depois, houve uma tentativa de asfixia. As mãos que agrediram Isabella são de uma pessoa adulta, mas não foram encontradas marcas de unhas.[Fonte]
O pai não teve coragem de pegar a menina, então a madastra pegou e levou até o quarto dos meninos, no caminho, gostas de sangue iam caindo. Sendo carregada pela madastra por isso ficou cerca de um metro do chão. A madastra a deixou no chão do quarto dos meninos. Diz para Alexandre fazer um rasgo na tela. Ele pega uma tesoura e acerta com ela aberta fazendo alguns rasgos. A madastra pega algumas coisas no banheiro para limpar o chão e a menina, para não deixar provas de que ele teria se ferido antes. Coisas como papel higienico são faceis de eliminar.
o quarto de Isabella é visto com um baú da personagem Hello Kitty, um velocípede e brinquedos nas estantes. A cama aparece revirada, coberta com um edredon branco que, aparentemente, não tem nenhuma mancha de sangue.(...)Um dos banheiros aparece desarrumado nas fotos.[Fonte]
O pai então pegou a menina e levantou pra jogar pela buraco, mas hesitou, e como se chorasse ou engolisse seco, "cambaleou" com a menina no colo, dando uma certa fraqueza emocional. A madastra diz que ele tem que fazer isso, ou iria preso, não poderia ver os filhos iria desgraçar a vida deles. Ele então
apoia o pé na cama, coloca a menina pelo rasgo, ela fica engarranchada na tela e seus braços batem na janela pelo lado de fora. Ela cai após se descolar da telinha.
o assassino de Isabella de fato arremessou a menina pelo buraco da rede. No momento da queda, ela estava desmaiada. Segundo a perícia, Isabella foi jogada de cabeça para baixo, tanto que as marcas das mãos dela ficaram logo abaixo da janela, na fachada do prédio. (...) O corpo da menina se descolou da parede e caiu no gramado do jardim, o que amorteceu o impacto. A queda provocou uma fratura na parte posterior da bacia, como a perícia constatou. [Fonte]
O pai então desceu, enquanto a madastra colocava pra lavar sua blusa e os indicios do crime. (como tirar manchas de sangue do rasgo da telinha com cortes de tesoura, e não rasgos.)
Depois foi ao encontro do marido ao berros.
Porque é um caso tão dificil ao meu ver; O pai acha que matou a menina no acidente. O pai não sabe que a madastra tentou sufocá-la. A madastra sabe que a menina estava viva e que ela tentou mata-la quando desfalecida.
Se o marido tivesse matado a menina, a mulher não estaria com ele. E eu não acredito que ele tenha batido na filha. Nunca bateu antes, olha o quarto dela. Muito carinho ele tinha pela menina.
Se a mulher tivesse batido na criança, Alexandre iria bater na mulher. Fato. Se numa briga, onde ela perde o controle e o ofende, ele supostamente a agride de alguma forma, se ela tocasse na filha dele, poderia matar a sua esposa inclusive.
3° individuo? Impossivel. Pelas confusões do discurso de Alexandre, esse suposto invasor foi fruto de uma criação rápida para a bagunça que fizeram.
O pai feriu a filha acidentalmente, a madastra TENTOU matar a menina. O pai jogou a menina do prédio achando que ela já estava morta. Quando chegou lá embaixo viu que a guria ainda estava VIVA! Isabela foi uma menina deveras forte ao meu ver.
Um morador do prédio na Zona Norte de São Paulo onde a menina de 5 anos caiu na noite de sábado disse que presenciou o desespero do pai dela logo após a queda. “Ele olhava a criança, escutava o coração. (...) Ele ia da criança, no jardim, até o parapeito do prédio para a rua desesperado”, contou o vizinho. [Fonte]
Lambança feita, ele nunca pode confessar, afinal ele a matou sem saber. Acreditou que ela já estava morta e a matou. Estranho né? Então... por isso o caso é tão confuso e dificil. A madastra pelo que vi, já fez
ocorrencia contra o próprio pai, perde controle por ciúmes. Ela tentar estrangular a menina não é nada estranho. Mas o pai ter matado a menina, é muito abrupto ao meu ver.